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quarta-feira, 21 de julho de 2010

and then she said

Hello Dad, Hello Mom:

I'm your Ch-Ch-Ch-Ch-Ch-Ch-Cherry Bomb!

terça-feira, 22 de junho de 2010

i'm gonna miss those times


Fiz o exame de História A (que não correu lá muito bem, mas esperemos que não tenha de ir à 2ª fase) e depois fui beber um café com as minhas meninas no já batido Xìcara.
À noite estive com o meu Shia, mas ontem vim para casa cedinho (2 da manhã), porque hoje ele tinha exame de manhã.

Hoje vou saír outra vez com as minhas meninas.Somos quatro amigas doidas varridas. As férias chegaram e é tempo de ir luarear a pevide.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A tcota deve ser uma mulher muito feliz.

Neste momento dói-me tudo, mas tudo mesmo. Passei o dia todo a estudar, tal como nos dois ou três dias anteriores, com a única diferença que hoje só parei de estudar à 1h30 da manhã. Já não posso mais ver Português à frente. Mas amanhã continua o martírio...
Passando os estudos, tive duas noites muito engraçadas.
Sexta-feira foi noite de ir a Sintra. Fui com as minhas piquenas, piqueno e amigos do piqueno. Amei a noite. Bebemos cerveja, Sangria e uma mistela que os rapazes tinham feito com Coca-Cola. Acabámos todos a fazer brindes a torto e a direito, a falar alto, a rir que nem uns doidos e a andar tortos. "Um tchim tchim à tcota". No final da noite cada um foi para sua casa e eu adormeçi com o meu Shia ao meu lado com o dia a acordar.
Foi uma noite perfeita.

No sábado fomos ver Os Primos de Sintra somente porque dois elementos do grupo são nossos conhecidos. Mais da Maria mas pronto. Chegámos à bela da festa e quem estava lá? Pois é, o meu ex-namorado com a sua namorada. Feia que nem uma porta. Antes de lá chegarmos já sabia que ele lá estava e estava numa pilha de nervos. Tinha medo. Por mim e pelo meu Shia. Mas quando lá chegámos senti como se me tivessem tirado um peso das costas. Senti-me bem. Senti-me finalmente totalmente liberta daquela prisão que me acorrentava à quase um ano. Vi-o agarrado a sua namorada, apaixonado por ela e não me senti mal, com vontade de fazer coisas feias nem algo do género. Senti-me em paz. E senti-me ainda melhor porque percebi que gosto realmente do meu Shia.
Virei mais uma página da minha vida. Aliás, fechei um capítulo da minha vida e dei início a outro totalmente novo. Eu sentia que estava muito perto de a virar ou até já a tinha virado, mas essa noite veio comprovar que já o fiz com todas as certezas.
Mesmo com as tentativas de se mostrar, ele não conseguiu chamar-me a atenção. Só não gostei de uma ou outra coisa que ele fez, como por exemplo cumprimentar o meu Shia e chamá-lo de moço e pôr-se de plantão a conversar com o meu grupo. Sim, eu sei que tudo isso nem tem muito mal, mas mesmo assim caiu-me mal. Tinha de se mostrar, tinha de chamar a atenção. Não sabe pôr-se no seu lugar. E não percebeu que toda a gente achou estúpido ele pôr-se ali a conversar e a deixar namorada (que não me falou, mas já seria de esperar) sozinha. Assim que ele se afastou de nós olharam todas para mim com cara de "mas o que é que acabou de acontecer?". És triste, é só o que tenho para te dizer. Ah e tenho pena de ti. Muita.

Estou mesmo feliz. Tenho uns amigos brutais e arranjei um namorado que é uma pessoa como deve ser (e tão fofinho). E todos me fazem feliz.


Vou dormir que a minha cama já me chama. Adeus secretária, olá vale dos lençóis.




P.S: Eu disse que o Shia ia ser o meu próximo namorado. É oficial (:

terça-feira, 8 de junho de 2010

e agora acabaram "os melhores anos da tua vida"


E acabou a bela epoque do Liceu. Ainda faltam os exames, é certo, mas sendo eu uma pessoa optimista (liar!) acredito piamente que chumbar no exame está fora de questão, até porque costumo safar-me. Mas é verdade, o 12º acabou hoje mesmo. Eram 13h15 e já estava eu school free. Saímos da última aula da nossa vida de Sociologia e fomos com a Piquena E. esvaziar o cacifo. Descobrimos folhas de teste e uma t-shirt refundidas naquele verdadeiro cubículo. Todas de sorriso nos lábios, a fazer as nossas brincadeiras e a mandarmos vir por irmos carregadas para casa. Mas com um sentimento de saudade ao mesmo tempo. Aquele cacifo sofreu muito nas nossas mãos. Sempre a abarrotar. Quando o abriamos tudo o que estava la dentro caía constantemente. A sorte é que o cacifo era no «rés-do-chão».
Depois de esvaziado, ala que se faz tarde e fomos em direcção à portaria da escola. No caminho encontrei o meu piqueno, rumámos portão fora e passados uns 5 minutos o pessoal juntou-se todo. Assim que me sentei naquele degrau de passeio para a estrada (ahh, as saudades que vou ter desse spot) começei a sentir um vazio enorme. Olhei para aquelas pessoas que vejo todos os dias, goste ou não, conheça ou não, e senti algo estranho.
Quando o 458 chegou, lá fui eu e a Vanucha apanhá-lo, não sem antes me despedir do meu Shia (o homem mais sexy do planeta, segundo ele) e das minhas piquenas, assim rapidão.
Entrámos no bus e assim que me sento e olho para a escola um sentimento de nostalgia, saudade, tristeza assolou-me por completo. A mim e a Vanucha, nem acreditamos que o 12º já acabou. Fomos praticamente todo o caminho em silêncio e desta vez o resto do autocarro calado estava. O barulho que é costume naquele autocarro hoje tinha desaparecido. Primeiro porque estava muito pouca gente e depois porque todos os que estavam estavam com uma cara que era, provavelmente, a mesma que a nossa.
Cheguei a casa e, pela primeira vez em 12 anos, disse num tom triste à minha mãe "acabaram as aulas". Almoçei e sentei-me no sofá a ver a gravação dos MTV Movie Awards. Tinha de ver alguma coisa que me fizesse ficar mais alegre. Mas a tristeza continuava lá. Depois de ter acabado de ver o programa, fui tomar um duche, porque ia ter com a Maria à escola, para irmos ter com os nossos piquenos. No banho, por incrível que pareça, cantei e cantei (e bem! por acaso é verdade), saí do banho e continuei a cantar. Talvez para espantar as tristezas.
Apanho o 458, no sentido Estação Algueirão - ESMM e lá vou eu. Quando chego de novo à porta da escola, o vazio voltou a fazer-se sentir.
Enfim, depois voltei para a Cavaleira com o meu Shia, fui ao café com ele e depois fui para casa. Aqueles olhinhos verdes matam-me, a sério. E hoje, não sei do que seria, mas ele estava bastante sexy, embora ele não acredite.
Depois de jantar, sentei-me à beira do meu belo portátil e vim ver todos os sites que costumo visitar. Vim aqui, e fui ver o das minhas amigas, para ver se tinham novidades. Eis que leio o da menina Patt e fiquei comovida. Não, não chorei, mas fez-me sentir ainda mais que o nosso grupo de amizade é estupidamente unido. Somos inseparáveis. Não vivemos umas sem as outras. Fui comentar o belo texto e vim escrever no meu. Agora aqui fica uma coisinha para as minhas piquenas:

Minhas queridas piquenas, amo-vos mesmo. A nossa amizade é aquela que eu acho que é realmente verdadeira.
Porque podemos discutir, mas no final acaba sempre tudo bem. Porque nos bons e maus momentos nós estamos ao pé umas das outras para nos apoiar. Eu senti isso na pele e, por isso, tenho de vos agradeçer, porque sem vocês acho que não estava sequer a meio caminho do que já atravessei. E o que atravessámos juntas. Olhem que até já passámos por algumas situações, digamos que, críticas.

Agora só faltam os exames, mas já sinto uma responsabilidade cada vez mais agravada por cima dos meus ombros. Procurar trabalho, será a minha próxima tarefa. Já estou a ficar crescidinha e agora tenho medo. Como é que os 12 anos de escola acabaram assim tão rápido? Belisquem-me, porque eu não compreendo. Ainda não saí bem da vida escolar e já tenho saudades dela. As aulas a ouvir música, enviar uma mensagem aqui e ali ou conversar com a amiga do lado (ou seja, tudo o que é proíbido, mas o fruto proíbido é o mais apetecido, é ou não é verdade?), implicar com os professores, as fofocas (sim, porque tinhamos sempre uma fofoca para contar, por mais insignificante que fosse), a bela da frase para a amiga do lado "quando saírmos vamos lá fora?", quando lá fora, sentadas no belo do spot e toca para entrar "temos de nos despachar porque é história e eu não posso levar falta" (as saudades que eu vou ter desse prof..) ou "oh, é sociologia, sem stress" (as saudades que eu não vou ter desse prof), daqueles momentos nos intervalos em que só diziamos porcaria e em que nos ríamos somente com uma palavra proferida duma certa maneira "Zoinks!", "un péllo, dós péllos, trés péllos, olha o méu paaai!", "pitééu!", "és a gaja mais boa da escola!", "aiiii!", "vou fazer amor com (...)!". Vamos perder isso tudo, essas pequeninas coisas que nos fazia tão feliz.

Ai a nostalgia... Imagino-me daqui a uns anos, com as piquenas a falar sobre a vida escolar ainda mais nostálgica do que já estou. Todas nós nostálgicas.


Vão atirar-nos para a selva e eu só espero ser um tigre.



(há alguns à partes que vão servir para mais tarde recordar, sim porque nos vamos esqueçer de coisas preciosas que poderão estar aqui escritas)

sábado, 29 de maio de 2010

tou toda fodida.

Era suposto ser uma noite divertida com o Shia, mas não foi isso que aconteceu. Pelo menos a maior parte da noite. Posso apenas dizer que tenho somente flashbacks de ontem à noite. Sei que me sentia num sonho muito estranho, onde tudo brilhava de uma maneira muito esquisita e onde eu me sentia como que numa montanha-russa. Sim, uma montanha-russa. Por muito que o Shia me segurasse eu continuava a sentir tudo o que estava à minha volta à roda. Ele entrou em pânico. Ao invés de nos rirmos com as nossas figuras, eu só dizia "ai ai" e sentia-me enjoada e ele segurava-me e tentava que eu não adormeçesse. Provavelmente a pior noite da vida dele. Eu preocupava-me em parecer normal, o que é o pior que se pode fazer, porque ainda parecia mais esquisita. Eu tentava falar, mas sentia-me cansada demais para o fazer. Quando conseguia falar, sussurrava tão baixo que o Shia não me conseguia ouvir, mesmo estando mesmo ao meu lado e estando os dois num sítio onde barulho era o que não havia. O meu raciocínio traiu-me por completo e a minha memória também. Esqueci-me vezes sem conta do que estava a falar e do que queria dizer. Sabia o meu estado e mesmo assim o Shia não me queria dizer como eu estava. Lembro-me de ouvi-lo falar e derrepente sentir que adormeçera e não ouvira metade do que ele tinha dito.
Quando começei a sentir-me acordar de novo para a vida, começei a sentir-me muito mais aliviada. Deixei de me sentir tonta e já conseguia ouvir tudo o que o Shia me dizia. Também já conseguia manter um discurso minimamente coerente (acho eu). Quando senti que já estava minimamente recuperada, encostei-me ao peito dele, à porta do meu prédio, onde não estava tanto frio, e deixei-me lá ficar por uns momentos. Os restantes momentos dizem respeito aqui à Megan Fox e ao Shia LaBeouf da Cavaleira.
Cheguei a casa e assim que me deitei na minha querida cama foi tiro e queda.
Acordei hoje de manhã com o meu despertador e mesmo assim já estava atrasada para ir fazer o trabalho de Área de Projecto com as minhas piquenas. Quando me levantei apercebi-me que estava toda partida. Completamente. Doia-me a barriga, estava de novo tonta, enjoada e arrastava as palavras sempre que falava. A minha mãe achou que era bebedeira, mas como lhe disse que não tinha bebido (o que é verdade), concluiu que estaria assim porque ultimamente não tenho parado quieta, não tenho comido comida decente e, por isso, eu tinha percebido finalmente que não sou de ferro. Secalhar até estará relacionado com isso. Eu ando mesmo muito cansada, não durmo as horas necessárias e chego a casa já depois da hora de jantar. Não sou, de facto, de ferro. Fui com a Vanucha ter com a Maria, para depois irmos ter com a Patt e depois começarmos a trabalhar. Nem vou comentar. Digo apenas que as 13 horas pedi aos meus pais para me virem buscar, pois não aguentava estar ali.
Agora, visto que não fiz trabalho nenhum hoje com elas, vou fazer aqui em casa, no meu computador querido.


Nunca mais é para repetir. Nunca mais.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Braga, Coimbra, Venda das Raparigas, SINTRA.

De volta à bela Serra de Sintra, já sinto saudades do meu irmão. Por mim tinha lá ficado mais uns diazinhos na ramboia com ele. Ele é uma festa. Ele e o meu primo. Com os dois, é risota garantida.
Dormi 3 horas esta noite, porque as 7h30 lá tinha eu de me levantar para ir apanhar o autocarro para ir para a escola. Ora, concluíndo, deitei-me por volta das 4 horas da matina e qualquer coisa.


Anónimo,
muito obrigado por me acompanhares. O Fofinho era uma visão que eu tinha daquele rapazinho perfeitinho, mas que nunca deu em nada. O Deus Grego/Taberneiro, esse quase ia dando, mas eu lá sosseguei a cabeçita e não se passou nada, e ainda bem que assim foi. Este novo, a quem eu chamo de Shia - porque acho o dito cujo parecido ao actor - apareceu do nada. Como um pára-quedas. Graças às minhas amigas, que são umas belas dumas amigas, deram-lhe o meu número de telefone e desde então que vai tudo sobre rodas. Já era altura de andar em frente, até acho que já devia ter dado este empurrão há muito mais tempo, mas foi só agora que o consegui fazer...
Acho que é tudo. Tenho apenas uma dúvida, quem és tu Anónimo?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

piquenos, piquenas e much, much more.

Não consigo parar em casa. Chego a casa às 20h da noite, senão às 21h, depois de um dia de escola que, para mim, acaba as 13h30 da tarde. Estranho não é? Pois é. Às vezes até acaba mais cedo, porque recentemente aprendi a baldar-me às aulas. E agora percebo porque é que tanta gente se balda. É muito mais construtivo ir até ao Modelo socializar, ir ao Xícara socializar, ou simplesmente não fazer nada para... Socializar. Tudo isso é, de facto, muito mais construtivo do que estar sentada sem fazer nada dentro de uma sala de aula, a ouvir um stor aos berros constantemente a gritar "que barulho é este?!", quando o barulho é ele que o faz.
Depois das aulas vamos almoçar, no Modelo, aquele belo e maravilhoso supermercado onde toda a gente que é fixe daquela escola se encontra e come que nem abades, umas belas pizzas de marca branca com uma coca-cola não-fresquinha a acompanhar. De seguida é hora de fazer de mamã. Eu e a Maria vamos acompanhar as nossas belas piquenas à sua aula de código e esperar uma hora até que elas voltem a saír e seguir num futuro incerto. Futuro incerto? Sim, um futuro de duas horas e pouco mais, mas que é importantíssimo nas nossas vidas. Porquê? Porque é a altura de decidir se vamos ao café ou se vamos para a porta da escola esperar pelos nossos piquenos. Friso que por essa altura já serão 18h e qualquer coisa e que nós saímos das aulas as 13h30. Ultimamente o nosso destino tem-se chamado "portaria da escola". É um sítio espetacular onde alunos, alunas e professores se encontram para fumar um cigarrinho ou simplesmente para, mais uma vez, socializar. Porque a portaria da escola é o sítio para onde os fixes vão, eu também vou, porque sou fixe. Aliás, eu desconfio que fui eu que criei a fixeza daquele sítio. Uma vez à porta da escola, por volta das 18h45, os nossos piquenos saem da sua última aula e vêm ter connosco felicíssimos por nos verem e perceberem que, mesmo tendo saído da escola há muitas horas atrás e vivendo longe desse sítio que, enfim... Não podemos dizer que amamos, viemos ter com eles, porque somos muito queridas e fofinhas e gostamos muito deles. Isto aplica-se principalmente a mim e à Maria, porque a Patt e a Vanessa têm piquenos de outros sítios e não têm paciência para nos aturar, mas como são muito fofinhas e queridas, vêem fazernos companhia. Depois de eles virem ter connosco, cada uma vai por caminhos diferentes e é aí que estamos com os nossos piquenos. Até as 21h, é possível que a Magda se situe algures na Cavaleira, ou simplesmente à porta do seu prédio, com o seu piqueno.
Depois de um dia ocupadíssimo, é altura de ir para casa. Ah, lar doce lar. O cheirinho familiar que me transmite tanto calor e amor. No entanto, no momento em que entro dentro de casa, vou directa ao meu quarto para pôr lá a minha mala, casaco e etceteras e desco as escadas e vou ter com os meus pais para lhes dar uma bela duma beijoca, eis que me dizem logo, com uma cara de ponto de exclamação "isto é que são horas de chegar?". Ora, meus queridos pais que eu tanto amo, desculpem mas, eu tenho uma vida muito atarefada e preciso de cumprir os meus compromissos. Só em dias de teste e naqueles dias (que ainda são alguns) em que só me apetece ficar no sofá deitada com a minha mamã é que fico em casa.



E são estes os meus maravilhosos e lindos dias. Só se tem 18 anos uma vez na vida, não é verdade?

(peço desculpa pelo excesso, mas hoje estou estranhamente com o ego em cima. Normalmente, eu não sou assim, a sério.)