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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

sweetie pie, i love you!


Love is definetly a verb in my bedroom. But yesterday, it wasn't. Yesterday, sleepy was the verb in my bedroom. And he didn't like it at all.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

17 auch! 14

Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer - a ser assim, nunca mais passo de 1,60m. A trabalhar umas belas quatro horas num horrível horário que começa no final da tarde e acaba já depois da hora de jantar, é uma bela maneira de fazer com que cada dia renda menos. Levanto-me a tarde a más horas, tomo banho e almoço, depois faço uma coisinha ou duas e lá vou eu para as quatro horas diárias (que no final do mês me sabem lindamente, tenho de admitir), para, no dia seguinte voltar a repetir. Altera-me a vida toda e não me agrada nada. Mas também tem as suas vantagens, para além de uns eurozinhos extra (sim, porque trabalhar à noite sai mais caro), deixo também de ter de ver personagens menos desejadas. Há que se ver sempre pelo lado positivo.
Mesmo assim, não vou deixar-me levar por este rame rame e vou levantar-me cedinho porque tenho coisas a fazer que são importantes demais para deixar-me ficar no quentinho cheiroso do meu vale dos lençóis.

Queimaduras de primeiro grau - Não são graves de facto, mas doem horrores! Desastrada como sempre, não poderia passar mais um dia sem uma desgraçazinha. Enquanto fritava batatas para o almoço, mesmo com tanto cuidado, deixei escorregar a porcaria da panelinha onde se frita (porque a frigideira pifou - graças a quem? A mim claro - e agora é só batatas fritas à la panela) e o óleo salpicou para a minha bela face, deixando-me assim, a arder que nem doida na zona das sobrancelhas. Sorte a minha que não foi para os olhos, mas como para além de ser desastrada, trapalhona e distraída, também sou zarolha como o raio, provavelmente, a minha pontaria falhou, mais uma vez. E ainda bem.
Depois, para não parecer que, sei lá, tinha andado à batatada ou algo do género, enchi-me de base na cara (mas atenção, nada de espampanante, como aquelas que ficam com a cara laranja e depois vê-se o decote e são pálidas que nem cal) para disfarçar aquelas manchas vermelhas e lá fui trabalhar.

Dia 14 de Fevereiro, a fatídica data - No ano passado, solteirinha da silva que estava, passei esse dia, que por tal sinal foi chuvoso, com as minhas piquenas em sintra, a comer travesseiros. Foi um bom dia (até relatado neste fabuloso blog *tom irónico*). Este ano, mesmo ainda não sendo dia 14, comprometidinha da silva, já tratei de tudo para essa data. Ora pois que ontem, eu e o meu mais que tudo resolvemos rondar as ouriverarias todas da zona, até escolhermos as alianças certas. O dia dos namorados é, de facto, uma boa altura para tornar um compromisso ainda mais compremetedor, no bom sentido. Assim sendo, depois de tanto discutir-mos o que iriamos pedir para gravar nos benditos anéis, lá os escolhemos, simples, de prata, bem ao nosso gosto. Quando nos perguntam se queremos gravar alguma coisa dizemos que sim e olhamos um para o outro. A única coisa de jeito que tinhamos pensado era a data do nosso namoro. Algo óbvio. Acabámos por colocar a data e o nosso nome, o meu na aliança dele e o dele na minha. No final ficou perfeito. Quando colocámos as alianças no dedo um do outro dissemos palavras românticas como "eu, Magda Santos, amo-te muito" e " eu, D****, gosto muito de uncharted" *mais um pouco de ironia*. Pensando bem, o dia dos Namorados é quando nós queremos, ou melhor, é todos os dias, não acham melhor assim? Digam-me lá que diferença é que me vai fazer se trocámos alianças no dia 14 ou uns dias antes? Não vai. Por isso, dia de S. Valentim? É mas é quando o Homem quiser! E dito isto (que foi um aparte um tanto ou quanto, vá, parvo), vou embora, porque a minha vida não é isto. Gosto muito de vocês e tal, mas tenho de ir dormir que eu cá não sou de ferro! *armada em engraçadinha, mas sequinha como cacto por fora*

See you later alligators!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

moments

Ele pronunciou a minha frase favorita - eu amo-te. Eu sou uma rapariga complicada e pareço até fria por vezes, mas basta-me ouvir aquelas cinco letras para derreter que nem um gelado ao sol num dia de calor intenso. E por falar nisso, este frio já começa a irritar-me, tenho saudades dos dias em que bastava vestir umas calças e um top, ou simplesmente um vestido e calçar umas sandálias e mesmo assim ter calor à sombra. Mas já estou a fugir do assunto. Depois de me sussurrar aquela frase seguiu-se um daqueles momentos de paixão. Daqueles em que nos deitamos e adormeçemos a pensar naquilo. Os braços grandes dele a envolverem-me e a protegerem-me. O seu cheiro inconfundível a homem, mas doce ao mesmo tempo. A barba a picar-me as bochechas deixando-me não só a pele irritada como, por vezes, até a mim, mas que no fundo é uma sensação tão boa. Os olhos dele, como o olhar de um menino, verdes, radiantes a olhar para mim, a transmitir-me todo o seu amor através deles, não precisando assim sequer que ele fale para eu saber o que lhe vai na alma. O toque da ponta dos seus dedos em todo o meu corpo arrepiam-me. Os seus beijos suculentos e tão saborosos ao sentir aqueles lábios carnudos e a timidez da sua língua.
Depois de todo esse romântismo e de muita conversa o sono foi mais forte do que a nossa vontade de estar acordados. Adormeçi deitada no peito dele, quente como sempre, envolta nos seus braços. Estavamos tão confortáveis que quando acordámos já tinham passado duas horas.
Ele foi-se embora. Mas nem eu nem ele queríamos que fosse assim. Devíamos estar sempre assim, juntos. Chegar a casa, adormeçermos e acordarmos juntos. Contudo, somos apenas uns miúdos e, por algum tempo, isso será apenas uma miragem.

Qualquer das maneiras meu amor, eu amo-te.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

são 15 euros e 30 cêntimos. Bom dia, muito obrigada.

Depois de uma grande tarde com as minhas amigas e um serão com o namorado, chego a casa, tomo banho e vou para a cama porque às 7h30 do dia seguinte eram horas de acordar para ir trabalhar. Depois de voltas e voltas na cama, zappings sem fim, lá adormeço.
Acordei hoje cheia de frio, por isso pus a roupa no aquecedor enquanto me arranjava. Comi um belo de um chocapic com leite quentinho e assim que espertei dei por mim a cantarolar pela casa fora.
Nervosa por ir para um sítio novo, saio do carro e entro no supermercado já cheio de colegas meus que também foram lá colocados. Ninguém que conhecesse, até gente que dispensava ver estava lá. Depois de 10 minutos em frente às caixas em pé, a gerente vem falar connosco e mostra-nos a casa. Cacifos para 4 pessoas. Oh não! Olhei para umas senhoras que deverão rondar a idade dos meus pais e perguntei se podia dividir com elas. "Claro que sim filha!" disseram elas prontamente. Os balneários são minúsculos, existe uma chave para 5 pessoas. Uma confusão total. A ideia de não ter o meu espaçinho fechado a cadeado por quase 3 meses arrepia-me. Mas conformei-me. Gelado em todo o lado, lá me colocaram numa caixa e passados uns minutos de lá estar começei a atender clientes. O tempo passou a correr, com frio nas mãos.
Chegada a minha hora de saída, fui buscar os meus pertences e dei de frosques.
Esfomeada, almoçei um belo bife de peru com esparguete como se não comê-se à semanas.
Em seguida parti um copo, enquanto tirava a loiça lavada da máquina - foda-se, só faço merda. Mas o sentimento passou rapidamente.
Agora acabo de arrumar o meu quarto e saio porta fora, de novo para o frio, para uma bela tarde com o meu Homem de barba rija.
Adeus!

sábado, 22 de janeiro de 2011

As férias acabaram e o trabalho vai voltar em força. Formações (em que quase explicam como matar um porco), horários prolongados ao fim de semana... Mas tudo por uma boa causa, porque "Somos os melhores empregados da Europa". Pois claro, vou fingir que acredito. Quero é ganhar uns tostões para assim conseguir andar com a minha vida. Bem aí está um lado positivo. Porque vou fazer mais horas aos fins de semana, presumo que também venha mais para o meu bolso.
Enfim, segunda feira lá vou eu trabalhar com um grupo de pessoas que não conheco de lado nenhum.
Resumidamente a minha vida tem sido ver televisão, séries, jogar que nem um nerd, ler um bocadinho, estar com o namorado quando este está livre e ir beber uns cafézinhos com elas. E como me soube bem estas duas semanas assim. Foi como recuperar um tempo que julgava já estar perdido, como uma arca pequenina de tesourinhos, que por serem meus, são deprimentes, mas mesmo assim tão bons.
O meu sono também tem sido bastante atribulado. Sonhos inquietantes envolvendo gatos que não me largam (e eu simplesmente odeio gatos), situações embaraçosas e pessoas que, para mim, não têm qualquer interesse e que, se possível, podiam nem me aparecer a frente. Mas sonho é sonho e como se costuma dizer, se se conta não acontece.. E é isso que eu faço, conto, para ter a certeza de que não acontece. E também para rir da parvoíçes que costumam ser os meus sonhos.
Para a semana vai ser a doer, mas como diz o ditado "quanto mais me bates, mais eu gosto de ti".

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

porque, porque, porque... Olha porque sim e ponto final.

Chuva, chuva e mais chuva. Se gosto? Sim, quando estou sentada no sofá no quentinho, ou quando estou deitada (e bem acompanhada) na cama a ver um filme ou uma série. Assim sim. E foi isso que fiz hoje. Como verdadeira desempregada sem rumo na vida, juntei-me com o meu namorado e entretemonos com séries e jogos (sim somos mesmo crianças) enquanto lá fora chovia a potes. E sou feliz assim. Era capaz de viver daquela maneira para sempre. Porque pensar nele me provoca sorrisos em momentos constragedores, porque ao olhar para ele me sinto protegida e, como naquele anúncio, aqueles olhos me transmitem que "aqui vou ser feliz". E porque sim. Porque o amo cada vez mais, a cada dia que passa. Porque ele é meu e aqueles olhos verdes também o são. Sim, eu sou realmente obcecada pelos olhos dele. Se os vissem compreendiam. Porque ele é perfeito e é perfeito para mim. Porque o abraço dele não é um abraço daqueles que mal se sentem, é um abraço que me aperta e por vezes me sufoca, mas ainda bem que assim é. Porque ele aceita as minhas taras malucas, sabendo que são malucas. Porque o toque dele na minha pele me aqueçe, mesmo quando está gelado. Porque gosto de sentir a respiração dele no meu pescoço e nas minhas costas. Porque gosto dele de qualquer maneira.

E pronto, já chega, porque acho que já chega de justificações. Isto tudo para falar do tempo.


P.S: E o Natal, já chegava?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

the present is tough, the future is tougher.

Venho de Braga, fui visitar o meu irmão com os meus pais e pois que cheguei com sotaque nortenho. "Comué?" dizia eu constantemente. O meu namorado passou-se, dizia que eu estava diferente. Felizmente o sotaque já passou. Comigo é sempre assim, eu fico sempre com os sotaques para onde vou.
Ontem ele foi de férias com os pais, também para o norte. Em princípio estará lá por um mês... Nem quero pensar nisso. Penso na alternativa que ele me deu "Secalhar posso voltar daqui a duas semanas, tenho é de vir de comboio.", quando me disse isso uma sensação de alívio assolou-me por completo.
Entretanto, como desculpa para ajudar a passar o tempo mais depressa enquanto ele estiver longe e para ganhar uns trocos, aproveitei uma oportunidade que a Patt me arranjou: duas semanas a trabalhar na Turma dos Cebolinhas. Só vou trabalhar para o mês que vem, mas a senhora de lá já está a contar comigo, ora portanto, não é senhora mas sim Patroa. A minha primeira patroa.
E agora que o meu namorado não está cá, vou aproveitar para estar o máximo de tempo possível com os meus amigos, praia? sintra? não sei, mas poderá ser qualquer coisa.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

and then she said

Hello Dad, Hello Mom:

I'm your Ch-Ch-Ch-Ch-Ch-Ch-Cherry Bomb!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

oh i'm in love

Hoje fui à escola ver as minhas notas e eis que senti um alívio do tamanho do Universo quando li "Aprovado" nas pautas respectivas à minha pessoa. Embora as minhas notas sejam miseráveis, literalmente, senti-me contente por me ter livrado da escola. Bem, contente contente também não fiquei, porque agora é que a vida a sério começa e a minha primeira tampa aconteceu já na semana passada. Fui a uma entrevista para "Hospedeira de Terra", um passaporte para a minha profissão de sonho. Mas depois de conversar com o "recrutador" durante uns 10 minutos, um Não foi me garantido, afirmando que recepcionista era a minha melhor opção, porque o meu Inglês não é fluente... Mas eu sou boa a Inglês! Ou talvez nunca me tenha apercebido que não sou tão boa assim... Mas eu vou aplicar-me, não sei como mas vou. Nem que seja a ver filmes 24 horas por dia, sem legendas. Agora estou à espera que me chamem para outra entrevista, visto que já enviei um montão de candidaturas.

Amanhã vou ver o meu namorado treinar e tenho medo do que vou ver. Ele já é grande, mas vê-lo em acção deve ser assustador. Ainda por cima eu não gosto nada de ver pessoas a lutar, mas como é uma coisa que ele gosta muito e sente orgulho, eu quero que ele sinta o meu apoio. E por outro lado, sendo ele um Ser que, para mim, é tão sexy, acredito piamente que até a lutar ele vai continuar a sê-lo.

Hoje, enquanto ele estava no computador, já não me lembro a fazer o quê, porque eu estava quase a babar-me a olhar para ele, só pensava numa coisa: «o meu piqueno é mesmo giro». E é, acreditem. Tem uns olhinhos verdes que nem lembra ao menino Jesus, é completamente bem feitinho, tem um sorriso super fofo e cheira super bem. Depois é querido comigo, não me controla, é divertido, inteligente e gosta de mim (smile contente). O namorado perfeito.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

love, love, love, live, live, live, and of course... Laugh.

Quarta-Feira foi noite de S.Pedro, quinta-feira tarde na minha casa/casa da Vanessa, hoje foi dia de ir ver a selecção e amanhã é dia de ir para a praia.

Mesmo com os meus pais a mandarem-me mensagem todos os dias porque nunca mais vou para casa (porque estou com o meu Shiaa), I'm in love with my life.



P.S: Já tenho o meu Pixie, o meu belo peixinho preto de água doce, de raça telescópio, que a minha querida Patt me ofereceu como prenda de aniversário (:

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A tcota deve ser uma mulher muito feliz.

Neste momento dói-me tudo, mas tudo mesmo. Passei o dia todo a estudar, tal como nos dois ou três dias anteriores, com a única diferença que hoje só parei de estudar à 1h30 da manhã. Já não posso mais ver Português à frente. Mas amanhã continua o martírio...
Passando os estudos, tive duas noites muito engraçadas.
Sexta-feira foi noite de ir a Sintra. Fui com as minhas piquenas, piqueno e amigos do piqueno. Amei a noite. Bebemos cerveja, Sangria e uma mistela que os rapazes tinham feito com Coca-Cola. Acabámos todos a fazer brindes a torto e a direito, a falar alto, a rir que nem uns doidos e a andar tortos. "Um tchim tchim à tcota". No final da noite cada um foi para sua casa e eu adormeçi com o meu Shia ao meu lado com o dia a acordar.
Foi uma noite perfeita.

No sábado fomos ver Os Primos de Sintra somente porque dois elementos do grupo são nossos conhecidos. Mais da Maria mas pronto. Chegámos à bela da festa e quem estava lá? Pois é, o meu ex-namorado com a sua namorada. Feia que nem uma porta. Antes de lá chegarmos já sabia que ele lá estava e estava numa pilha de nervos. Tinha medo. Por mim e pelo meu Shia. Mas quando lá chegámos senti como se me tivessem tirado um peso das costas. Senti-me bem. Senti-me finalmente totalmente liberta daquela prisão que me acorrentava à quase um ano. Vi-o agarrado a sua namorada, apaixonado por ela e não me senti mal, com vontade de fazer coisas feias nem algo do género. Senti-me em paz. E senti-me ainda melhor porque percebi que gosto realmente do meu Shia.
Virei mais uma página da minha vida. Aliás, fechei um capítulo da minha vida e dei início a outro totalmente novo. Eu sentia que estava muito perto de a virar ou até já a tinha virado, mas essa noite veio comprovar que já o fiz com todas as certezas.
Mesmo com as tentativas de se mostrar, ele não conseguiu chamar-me a atenção. Só não gostei de uma ou outra coisa que ele fez, como por exemplo cumprimentar o meu Shia e chamá-lo de moço e pôr-se de plantão a conversar com o meu grupo. Sim, eu sei que tudo isso nem tem muito mal, mas mesmo assim caiu-me mal. Tinha de se mostrar, tinha de chamar a atenção. Não sabe pôr-se no seu lugar. E não percebeu que toda a gente achou estúpido ele pôr-se ali a conversar e a deixar namorada (que não me falou, mas já seria de esperar) sozinha. Assim que ele se afastou de nós olharam todas para mim com cara de "mas o que é que acabou de acontecer?". És triste, é só o que tenho para te dizer. Ah e tenho pena de ti. Muita.

Estou mesmo feliz. Tenho uns amigos brutais e arranjei um namorado que é uma pessoa como deve ser (e tão fofinho). E todos me fazem feliz.


Vou dormir que a minha cama já me chama. Adeus secretária, olá vale dos lençóis.




P.S: Eu disse que o Shia ia ser o meu próximo namorado. É oficial (:

terça-feira, 8 de junho de 2010

e agora acabaram "os melhores anos da tua vida"


E acabou a bela epoque do Liceu. Ainda faltam os exames, é certo, mas sendo eu uma pessoa optimista (liar!) acredito piamente que chumbar no exame está fora de questão, até porque costumo safar-me. Mas é verdade, o 12º acabou hoje mesmo. Eram 13h15 e já estava eu school free. Saímos da última aula da nossa vida de Sociologia e fomos com a Piquena E. esvaziar o cacifo. Descobrimos folhas de teste e uma t-shirt refundidas naquele verdadeiro cubículo. Todas de sorriso nos lábios, a fazer as nossas brincadeiras e a mandarmos vir por irmos carregadas para casa. Mas com um sentimento de saudade ao mesmo tempo. Aquele cacifo sofreu muito nas nossas mãos. Sempre a abarrotar. Quando o abriamos tudo o que estava la dentro caía constantemente. A sorte é que o cacifo era no «rés-do-chão».
Depois de esvaziado, ala que se faz tarde e fomos em direcção à portaria da escola. No caminho encontrei o meu piqueno, rumámos portão fora e passados uns 5 minutos o pessoal juntou-se todo. Assim que me sentei naquele degrau de passeio para a estrada (ahh, as saudades que vou ter desse spot) começei a sentir um vazio enorme. Olhei para aquelas pessoas que vejo todos os dias, goste ou não, conheça ou não, e senti algo estranho.
Quando o 458 chegou, lá fui eu e a Vanucha apanhá-lo, não sem antes me despedir do meu Shia (o homem mais sexy do planeta, segundo ele) e das minhas piquenas, assim rapidão.
Entrámos no bus e assim que me sento e olho para a escola um sentimento de nostalgia, saudade, tristeza assolou-me por completo. A mim e a Vanucha, nem acreditamos que o 12º já acabou. Fomos praticamente todo o caminho em silêncio e desta vez o resto do autocarro calado estava. O barulho que é costume naquele autocarro hoje tinha desaparecido. Primeiro porque estava muito pouca gente e depois porque todos os que estavam estavam com uma cara que era, provavelmente, a mesma que a nossa.
Cheguei a casa e, pela primeira vez em 12 anos, disse num tom triste à minha mãe "acabaram as aulas". Almoçei e sentei-me no sofá a ver a gravação dos MTV Movie Awards. Tinha de ver alguma coisa que me fizesse ficar mais alegre. Mas a tristeza continuava lá. Depois de ter acabado de ver o programa, fui tomar um duche, porque ia ter com a Maria à escola, para irmos ter com os nossos piquenos. No banho, por incrível que pareça, cantei e cantei (e bem! por acaso é verdade), saí do banho e continuei a cantar. Talvez para espantar as tristezas.
Apanho o 458, no sentido Estação Algueirão - ESMM e lá vou eu. Quando chego de novo à porta da escola, o vazio voltou a fazer-se sentir.
Enfim, depois voltei para a Cavaleira com o meu Shia, fui ao café com ele e depois fui para casa. Aqueles olhinhos verdes matam-me, a sério. E hoje, não sei do que seria, mas ele estava bastante sexy, embora ele não acredite.
Depois de jantar, sentei-me à beira do meu belo portátil e vim ver todos os sites que costumo visitar. Vim aqui, e fui ver o das minhas amigas, para ver se tinham novidades. Eis que leio o da menina Patt e fiquei comovida. Não, não chorei, mas fez-me sentir ainda mais que o nosso grupo de amizade é estupidamente unido. Somos inseparáveis. Não vivemos umas sem as outras. Fui comentar o belo texto e vim escrever no meu. Agora aqui fica uma coisinha para as minhas piquenas:

Minhas queridas piquenas, amo-vos mesmo. A nossa amizade é aquela que eu acho que é realmente verdadeira.
Porque podemos discutir, mas no final acaba sempre tudo bem. Porque nos bons e maus momentos nós estamos ao pé umas das outras para nos apoiar. Eu senti isso na pele e, por isso, tenho de vos agradeçer, porque sem vocês acho que não estava sequer a meio caminho do que já atravessei. E o que atravessámos juntas. Olhem que até já passámos por algumas situações, digamos que, críticas.

Agora só faltam os exames, mas já sinto uma responsabilidade cada vez mais agravada por cima dos meus ombros. Procurar trabalho, será a minha próxima tarefa. Já estou a ficar crescidinha e agora tenho medo. Como é que os 12 anos de escola acabaram assim tão rápido? Belisquem-me, porque eu não compreendo. Ainda não saí bem da vida escolar e já tenho saudades dela. As aulas a ouvir música, enviar uma mensagem aqui e ali ou conversar com a amiga do lado (ou seja, tudo o que é proíbido, mas o fruto proíbido é o mais apetecido, é ou não é verdade?), implicar com os professores, as fofocas (sim, porque tinhamos sempre uma fofoca para contar, por mais insignificante que fosse), a bela da frase para a amiga do lado "quando saírmos vamos lá fora?", quando lá fora, sentadas no belo do spot e toca para entrar "temos de nos despachar porque é história e eu não posso levar falta" (as saudades que eu vou ter desse prof..) ou "oh, é sociologia, sem stress" (as saudades que eu não vou ter desse prof), daqueles momentos nos intervalos em que só diziamos porcaria e em que nos ríamos somente com uma palavra proferida duma certa maneira "Zoinks!", "un péllo, dós péllos, trés péllos, olha o méu paaai!", "pitééu!", "és a gaja mais boa da escola!", "aiiii!", "vou fazer amor com (...)!". Vamos perder isso tudo, essas pequeninas coisas que nos fazia tão feliz.

Ai a nostalgia... Imagino-me daqui a uns anos, com as piquenas a falar sobre a vida escolar ainda mais nostálgica do que já estou. Todas nós nostálgicas.


Vão atirar-nos para a selva e eu só espero ser um tigre.



(há alguns à partes que vão servir para mais tarde recordar, sim porque nos vamos esqueçer de coisas preciosas que poderão estar aqui escritas)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

binóculos.

Quero um Bumblebee.

Porque é um Camaro, é desportivo e muito fofinho. Ah, e porque fala comigo através de músicas. Ele é muito inteligente. E porque se transforma e tem umas armas super poderosas que mata qualquer um, caso seja necessário. Ah! E porque podia ser ele a conduzir e eu podia dormir em viagem.



Oh Bumblebee, onde andas tu?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

vejo uns belos dias de descanso lá no horizonte.

Finalmente livre de trabalhos e testes da escola. As notas não são espetaculares, mas eu também não sou! A partir de agora não vou fazer mais nada (também já não fazia muito).

"tu não andas comigo" diz com um tom de chateado. Que faço eu?

sábado, 29 de maio de 2010

tou toda fodida.

Era suposto ser uma noite divertida com o Shia, mas não foi isso que aconteceu. Pelo menos a maior parte da noite. Posso apenas dizer que tenho somente flashbacks de ontem à noite. Sei que me sentia num sonho muito estranho, onde tudo brilhava de uma maneira muito esquisita e onde eu me sentia como que numa montanha-russa. Sim, uma montanha-russa. Por muito que o Shia me segurasse eu continuava a sentir tudo o que estava à minha volta à roda. Ele entrou em pânico. Ao invés de nos rirmos com as nossas figuras, eu só dizia "ai ai" e sentia-me enjoada e ele segurava-me e tentava que eu não adormeçesse. Provavelmente a pior noite da vida dele. Eu preocupava-me em parecer normal, o que é o pior que se pode fazer, porque ainda parecia mais esquisita. Eu tentava falar, mas sentia-me cansada demais para o fazer. Quando conseguia falar, sussurrava tão baixo que o Shia não me conseguia ouvir, mesmo estando mesmo ao meu lado e estando os dois num sítio onde barulho era o que não havia. O meu raciocínio traiu-me por completo e a minha memória também. Esqueci-me vezes sem conta do que estava a falar e do que queria dizer. Sabia o meu estado e mesmo assim o Shia não me queria dizer como eu estava. Lembro-me de ouvi-lo falar e derrepente sentir que adormeçera e não ouvira metade do que ele tinha dito.
Quando começei a sentir-me acordar de novo para a vida, começei a sentir-me muito mais aliviada. Deixei de me sentir tonta e já conseguia ouvir tudo o que o Shia me dizia. Também já conseguia manter um discurso minimamente coerente (acho eu). Quando senti que já estava minimamente recuperada, encostei-me ao peito dele, à porta do meu prédio, onde não estava tanto frio, e deixei-me lá ficar por uns momentos. Os restantes momentos dizem respeito aqui à Megan Fox e ao Shia LaBeouf da Cavaleira.
Cheguei a casa e assim que me deitei na minha querida cama foi tiro e queda.
Acordei hoje de manhã com o meu despertador e mesmo assim já estava atrasada para ir fazer o trabalho de Área de Projecto com as minhas piquenas. Quando me levantei apercebi-me que estava toda partida. Completamente. Doia-me a barriga, estava de novo tonta, enjoada e arrastava as palavras sempre que falava. A minha mãe achou que era bebedeira, mas como lhe disse que não tinha bebido (o que é verdade), concluiu que estaria assim porque ultimamente não tenho parado quieta, não tenho comido comida decente e, por isso, eu tinha percebido finalmente que não sou de ferro. Secalhar até estará relacionado com isso. Eu ando mesmo muito cansada, não durmo as horas necessárias e chego a casa já depois da hora de jantar. Não sou, de facto, de ferro. Fui com a Vanucha ter com a Maria, para depois irmos ter com a Patt e depois começarmos a trabalhar. Nem vou comentar. Digo apenas que as 13 horas pedi aos meus pais para me virem buscar, pois não aguentava estar ali.
Agora, visto que não fiz trabalho nenhum hoje com elas, vou fazer aqui em casa, no meu computador querido.


Nunca mais é para repetir. Nunca mais.

terça-feira, 25 de maio de 2010

raios e curiscos

Apartir de agora o Deus Grego/Taberneiro vai passar a chamar-se de Taberneiro. Realmente de Deus Grego ele não tem muito. O Shia tem muito mais.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Braga, Coimbra, Venda das Raparigas, SINTRA.

De volta à bela Serra de Sintra, já sinto saudades do meu irmão. Por mim tinha lá ficado mais uns diazinhos na ramboia com ele. Ele é uma festa. Ele e o meu primo. Com os dois, é risota garantida.
Dormi 3 horas esta noite, porque as 7h30 lá tinha eu de me levantar para ir apanhar o autocarro para ir para a escola. Ora, concluíndo, deitei-me por volta das 4 horas da matina e qualquer coisa.


Anónimo,
muito obrigado por me acompanhares. O Fofinho era uma visão que eu tinha daquele rapazinho perfeitinho, mas que nunca deu em nada. O Deus Grego/Taberneiro, esse quase ia dando, mas eu lá sosseguei a cabeçita e não se passou nada, e ainda bem que assim foi. Este novo, a quem eu chamo de Shia - porque acho o dito cujo parecido ao actor - apareceu do nada. Como um pára-quedas. Graças às minhas amigas, que são umas belas dumas amigas, deram-lhe o meu número de telefone e desde então que vai tudo sobre rodas. Já era altura de andar em frente, até acho que já devia ter dado este empurrão há muito mais tempo, mas foi só agora que o consegui fazer...
Acho que é tudo. Tenho apenas uma dúvida, quem és tu Anónimo?

sexta-feira, 21 de maio de 2010

c'mon brother, i'm coming for you!

Aqui vou eu a caminhar para Braga.

Shia, gosto de ti.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

piquenos, piquenas e much, much more.

Não consigo parar em casa. Chego a casa às 20h da noite, senão às 21h, depois de um dia de escola que, para mim, acaba as 13h30 da tarde. Estranho não é? Pois é. Às vezes até acaba mais cedo, porque recentemente aprendi a baldar-me às aulas. E agora percebo porque é que tanta gente se balda. É muito mais construtivo ir até ao Modelo socializar, ir ao Xícara socializar, ou simplesmente não fazer nada para... Socializar. Tudo isso é, de facto, muito mais construtivo do que estar sentada sem fazer nada dentro de uma sala de aula, a ouvir um stor aos berros constantemente a gritar "que barulho é este?!", quando o barulho é ele que o faz.
Depois das aulas vamos almoçar, no Modelo, aquele belo e maravilhoso supermercado onde toda a gente que é fixe daquela escola se encontra e come que nem abades, umas belas pizzas de marca branca com uma coca-cola não-fresquinha a acompanhar. De seguida é hora de fazer de mamã. Eu e a Maria vamos acompanhar as nossas belas piquenas à sua aula de código e esperar uma hora até que elas voltem a saír e seguir num futuro incerto. Futuro incerto? Sim, um futuro de duas horas e pouco mais, mas que é importantíssimo nas nossas vidas. Porquê? Porque é a altura de decidir se vamos ao café ou se vamos para a porta da escola esperar pelos nossos piquenos. Friso que por essa altura já serão 18h e qualquer coisa e que nós saímos das aulas as 13h30. Ultimamente o nosso destino tem-se chamado "portaria da escola". É um sítio espetacular onde alunos, alunas e professores se encontram para fumar um cigarrinho ou simplesmente para, mais uma vez, socializar. Porque a portaria da escola é o sítio para onde os fixes vão, eu também vou, porque sou fixe. Aliás, eu desconfio que fui eu que criei a fixeza daquele sítio. Uma vez à porta da escola, por volta das 18h45, os nossos piquenos saem da sua última aula e vêm ter connosco felicíssimos por nos verem e perceberem que, mesmo tendo saído da escola há muitas horas atrás e vivendo longe desse sítio que, enfim... Não podemos dizer que amamos, viemos ter com eles, porque somos muito queridas e fofinhas e gostamos muito deles. Isto aplica-se principalmente a mim e à Maria, porque a Patt e a Vanessa têm piquenos de outros sítios e não têm paciência para nos aturar, mas como são muito fofinhas e queridas, vêem fazernos companhia. Depois de eles virem ter connosco, cada uma vai por caminhos diferentes e é aí que estamos com os nossos piquenos. Até as 21h, é possível que a Magda se situe algures na Cavaleira, ou simplesmente à porta do seu prédio, com o seu piqueno.
Depois de um dia ocupadíssimo, é altura de ir para casa. Ah, lar doce lar. O cheirinho familiar que me transmite tanto calor e amor. No entanto, no momento em que entro dentro de casa, vou directa ao meu quarto para pôr lá a minha mala, casaco e etceteras e desco as escadas e vou ter com os meus pais para lhes dar uma bela duma beijoca, eis que me dizem logo, com uma cara de ponto de exclamação "isto é que são horas de chegar?". Ora, meus queridos pais que eu tanto amo, desculpem mas, eu tenho uma vida muito atarefada e preciso de cumprir os meus compromissos. Só em dias de teste e naqueles dias (que ainda são alguns) em que só me apetece ficar no sofá deitada com a minha mamã é que fico em casa.



E são estes os meus maravilhosos e lindos dias. Só se tem 18 anos uma vez na vida, não é verdade?

(peço desculpa pelo excesso, mas hoje estou estranhamente com o ego em cima. Normalmente, eu não sou assim, a sério.)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

piqueno meu.

Pelos vistos agora sou a Dama do Pinto. Parece que nunca consigo ser a Magda, tenho sempre de ser a Dama de alguém. Enfim, é a minha sina. Embora eu não considere ser Dama de ninguém. Agora o termo comprometido arrepia-me a espinha.
Tanto que queria um homem e agora arrepio-me só de pensar que tenho um. Não se compreende a cabeça da mulher.


Mas eu gosto de ti, sim?